E o ano acaba assim: com a notícia da morte absurda do Olímpio Ferreira, paginador talentoso e uma pessoa doce que conheci há uns anos na Oficina do Livro. Um dia encontrámo-nos na inauguração de uma livraria. O Olímpio era tímido mas era também sempre muito amável, o que me sempre me fez suspeitar da sua timidez. Talvez por isso naquele dia me senti à vontade para me aproximar e lhe falar de como tinha gostado do livro do Barnabé. Lembro-me perfeitamente da expressão dele, surpreendido. Era muito boa onda o Olímpio. Que Deus o tenha.
blogue de carla hilário de almeida quevedo bombainteligente@gmail.com
segunda-feira, dezembro 31, 2007
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